Mês: outubro 2018

Valentões machucam, ferem, ofendem e batem nas ruas, mas seu líder corre de medo dos debates – Editorial Psicanalistas pela Democracia

A estratégia de Bolsonaro e bolsonaristas está clara, óbvia e ululante. Os bolsonaristas e seu líder adoram dizer que vão matar, bater, torturar e machucar pessoas. Já estão fazendo isso por todo o país. Sabem bem exercer a covardia repleta de xingamentos e bravatas da força bruta, sobretudo quando estão em grupo e se deparam …

Aos que pensam em anular o voto – Por Abrão Slavutzky

      Hoje não escrevo ao que já decidiram votar no Coiso. Hoje não escrevo ao que já decidiram votar no Haddad. Hoje desejo escrever só aos que pensam em anular o voto ou estão indecisos. Escuto muito os que estão desiludidos com a política e os políticos. Todos nós passamos por idealizações, começamos …

Um resto que nos u(r)na, um gesto que nos mova. Lisiane Leffa, Marcella Milano, Ana Céris dos Santos, Samantha Medeiros, Itanara Giuliano

Ele tinha um olhar violento. Vi os corpos de duas mulheres diminuírem com a intensidade do seu olhar.  Um décimo de segundo é o tempo que leva para o olho fechar e abrir novamente. A cada piscada involuntária um suspiro precipitado de alívio enchia o peito das duas mulheres. Ele encarava um casal de namoradas …

Cicatrizes na história. Edson Luiz André de Sousa

Enterrar nossos mortos e cuidar de sua memória é um dos atos civilizatórios mais fundamentais da humanidade. O ato de enterrar os corpos é quase tão antigo quanto o próprio ser humano. Nestes rituais, a linguagem tem a função  de cuidar daquilo que escapa à efemeridade da vida. O ritual fúnebre talvez seja a experiência …

A parábola dos cegos. Edson Luiz André de Sousa.

Terminado o primeiro turno desta eleição lembrei imediatamente de uma frase de Shakespeare “Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está morto”. A democracia em nosso país está de novo em risco. Circula amplamente pela internet declarações do #elenão quase inacreditáveis. Em muitos países do mundo seria inadmissível um candidato a presidente …

Última oportunidade de Haddad corrigir os erros maiores de seu partido e construir um amplo governo de coalizão anti nazi-fascismo

Não há a menor possibilidade de levantar uma bandeira isolada ou mesmo preponderante do PT no segundo turno. O trabalho de Haddad deve ser o de montar, de forma realmente honesta, um governo de coalizão não apenas com as forças de esquerda, pelas quais já nutre proximidade programática e simpatias mútuas, mas procurar ativamente aproximar …

Especulando sobre um 4º golpe e 3 possibilidades nefastas (que a desunião das esquerdas partidárias deixou prosperar) num cenário eleitoral promissor – Por Paulo Endo

  Se tudo correr bem, Haddad será eleito o novo presidente do Brasil. Pesquisas recentíssimas já apontam empate técnico entre ambos a partir de um crescimento vertiginoso do candidato do partido dos trabalhadores nos últimos dias. Entretanto é mais do que necessário e plausível que se apresentem algumas possibilidades nefastas mais a frente. Sob a …