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PSICANALISTAS PELA DEMOCRACIA

@psicanalisedemocracia

  • Acte Psychanalystes pour le soutien et l’appui inconditionnel de la démocratie au Brésil
  • Acte Psychoanalysts for supporting Democracy in Brazil
  • Ato Psicanalistas pela sustentação e apoio à democracia no Brasil
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  • O PPD

Psicanálise, campo público e saúde mental. Uma articulação necessária entre política e clínica – Por Luciano Elia

Que relação poderia a Psicanálise ter com o campo público? Parto desta pergunta, antes mesmo de, neste campo, situar o…

  • Posted on 23/07/2018
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

LULALÁ. Breves e despretensiosas associações em torno da desconstrução de uma liderança política – Por Eduardo Leal Cunha

Em fevereiro de 2015, pouco após a posse de Dilma Roussef na presidência, enquanto Aécio Neves e um bom número…

  • Posted on 19/07/2018
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

“Corpos neutros, abjetos e femininos: a insígnia do mal” – Por Paulo Endo

A copa terminou mas deixou em seu rastro as violências políticas, as violências contras as mulheres, as violências de um…

  • Posted on 16/07/2018
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

“Alforria Moderna” – Por Priscilla Machado de Souza

Meu colorido já não vai ser mais dolorido por ti Meu couro preto é África, é mouro também, mas já…

  • Posted on 15/07/2018
  • Manifestações

“Genocidio, filiación y transmisión” – Por Fabiana Rousseaux

Esta mesa se propuso analizar los fundamentos de Mariana Dopazo y Rita Vagliati, quienes apelaron a la justicia para cambiarse…

  • Posted on 12/07/2018
  • Psicanalistas pela Democracia

Teatro como Performance da Recordação na Era das Catástrofes e Próteses de Memória – Por Marcio Seligmann-Silva

  “Apenas o que não cessa de causar dor fica na memória” ou: quando os robôs sentem dor e se…

  • Posted on 07/07/2018
  • Textos

“O povo é um intruso no Parque do Povo” – Por Paulo Henrique Fernandes Silveira

Quem fizer uma pesquisa na internet à procura de imagens do Parque do Povo, um parque da prefeitura de São…

  • Posted on 06/07/2018
  • Textos

“Antologia do golpe”, 19 cordeis de Hamurábi Batista

Hamurábi Batista, fugindo do discurso tradicional da grande mídia, narra em estilo literário,ao longo de 19 cordéis que formam a…

  • Posted on 02/07/2018
  • Textos

“Ele não viu que eu estava com a roupa da escola?” – Por Ana Laura Prates

            A pergunta que Marcus Vinícius balbuciou a sua mãe, um pouco antes de morrer sangrando, sem socorro médico, após…

  • Posted on 28/06/2018
  • Textos

Sobre a Distopia para uma Utopia. Por uma poética que desvele a violência. Agulha n° 17 – Por Eduardo Monteiro

“Não sabemos por que determinadas coisas nos tocam. É verdade, adoro os vermelhos, os azuis, os amarelos, a gordura da…

  • Posted on 26/06/2018
  • Projetos e Intervenções

Princípio vibratório e uma máquina para massagear a angústia. Agulha n°16 – Por Joana Burd

Todos os dias eu acordo com a vibração do meu celular, e durmo com a luz forte do prelúdio de…

  • Posted on 19/06/2018
  • Projetos e Intervenções

F(agulhas) intensas.* Agulha nº 15 – Por Carla Cervera Sei.

Não sei como romper o círculo, o circuito, como parar a máquina mas sei que às vezes ele se rompe…

  • Posted on 14/06/2018
  • Projetos e Intervenções

2013 (1968), 2018- é preciso tentar dizer – Por Robson Pereira

https://www.sul21.com.br/colunas/coluna-appoa/2018/06/2013-1968-2018-e-preciso-tentar-dizer/    

  • Posted on 13/06/2018
  • Artigos

“Eles não passarão, nós Passarelli!” – Por Renata Estrella

es lässt sich nicht lesen – assim começa o narrador do conto O Homem da Multidão escrito por Edgar Allan…

  • Posted on 11/06/2018
  • Textos

Arquivos da Cidade – Por Luciana Knijinik e Felipe Diniz

https://www.youtube.com/watch?v=nIIma7ZtSPY&t=212s   Anos de chumbo, Ignes, Carlos, Bona, Lino, Gregório e Antônio viviam no sul. Afirmando suas lutas, resistiram ao…

  • Posted on 07/06/2018
  • Manifestações

e eles entram no espaço que teu olhar envolve.* Agulha nº 13 – Por Elisandro Rodrigues

De duas sugestões sugestão: 1) Para o melhor funcionamento da leitura, e do texto, mantenha próximo ao olhar o relógio,…

  • Posted on 02/06/2018
  • Projetos e Intervenções

“Qualquer movimento que se dobre a um pedido sobre intervenção militar se desmoraliza, se enfraquece e não reconhece a história de lutas recente do país” – Por Paulo Endo

Essa greve representa um Brasil aos pedaços. A princípio muito parecida com a greve que antecedeu e apoiou o impeachment…

  • Posted on 28/05/2018
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

“1968 – eros, política, utopia” – Por Edson Luiz André de Sousa e Robson de Freitas Pereira

  “A ação não deve ser uma reação, mas uma criação” Grafite nos muros de Paris/68       [caption…

  • Posted on 27/05/2018
  • Textos

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PSICANALISTAS PELA DEMOCRACIA

No dia 07 de abril de 2016, mais de 50 anos após o golpe civil-militar e mal chegados os 30 anos de democracia no Brasil, realizou-se no Instituto de Psicologia da USP o ATO: Psicanalistas pelo apoio incondicional à democracia no Brasil. Mais de 300 psicanalistas, alunos e simpatizantes compareceram ao ATO e outros milhares assistiram pela internet e, depois, no portal www.psicanalisedemocracia.com.br que foi criado especialmente para a divulgação do vídeo, apoios, manifestações e artigos que respondessem à convocação da chamada. Ao mesmo tempo, novos ATOs manifestações e petições, organizados por outros psicanalistas, ocorriam em outros estados do país.

Os efeitos da negação de conquistas sociais e políticas no presente, querem determinar, mais uma vez, que alguns são sujeitos e outros são assujeitados; que alguns são dignos de escuta e outros são calados; que alguns são intérpretes e outros são categorias; que alguns vivem histórias arquiváveis, outros, histórias calcináveis. A democracia no país está ameaçada e, diante de tal ameaça é da palavra singular proferida como reconhecimento do sujeito público é que se carece. O site “Psicanalistas pela Democracia” vem testemunhar experiências públicas e coletivas, convocando todas outras falas singulares, para que se constitua o pluralismo contra a hegemonia, e apela à singularidade como esteio da experiência pública.

Não somos apenas os eventuais herdeiros dos psicanalistas do passado, somos também aqueles que interpretam essa tradição e decidem sobre sua transmissão. No princípio foi, e sempre será, o ATO; frase que finaliza o texto Totem e Tabu de Freud e instaura sua condição de gênese. Nesse que é o país onde a psicanálise frutificou de maneira extraordinária, seja possível imaginar uma frátria constituída por irmãos capazes de acusar a autoria das coisas eles mesmos matam e fazem nascer, como poetas épicos- fundadores, contestadores, atores e críticos das tiranias modernas-, e não mais precisem (e queiram) se escorar no pretenso anonimato da horda muda, submissa e cativa, falada por outros que melhor saberão sobre ela.

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