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PSICANALISTAS PELA DEMOCRACIA

@psicanalisedemocracia

  • Acte Psychanalystes pour le soutien et l’appui inconditionnel de la démocratie au Brésil
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  • O PPD

“Crônicas do Retrocesso: A desconfiguração da Política Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas” – Por Leonardo Pinho

Por: Leonardo Pinho – Diretor da Abrasme e do Conselho Nacional de Direitos Humanos Na quinta feira, dia 14 de…

  • Posted on 17/12/2017
  • Manifestações

“Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina. Registro III: Arte como memória do mal e espaço de ação (Parte I)”, Por Marcio Seligmann-Silva

REGISTRO II "O encontro “Arte como Memória do Mal e Espaço de Ação” é um desdobramento da exposição “Hiatus: A…

  • Posted on 09/12/2017
  • Projetos e Intervenções

“Espectro: vejo uma porta vermelha e a quero pintada de preto”

Publicado originalmente em Revista Lacuna [ Spectre: I see a red door and I want it painted black ]* por…

  • Posted on 07/12/2017
  • Textos

HIATUS: A MEMÓRIA DA VIOLÊNCIA DITATORIAL NA AMÉRICA LATINA. REGISTRO I

No dia 13/10/2017 publicamos aqui um texto-convite para Hiatus: a Memória da Violência Ditatorial na América Latina, exposição com curadoria do…

  • Posted on 06/12/2017
  • Projetos e Intervenções

“Até Pitbull tem medo da morte” – Por Jaquelina Maria Imbrizi

"Até Pitbull tem medo da morte " Jaquelina Maria Imbrizi - professora adjunta da universidade federal de São Paulo -…

  • Posted on 05/12/2017
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

“As gay, as bi, as trans e as sapatão, tão tudo organizada pra fazer revolução. Com as puta!” – Por Eduardo Leal Cunha

                                       …

  • Posted on 26/11/2017
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

A obra de arte como espaço (crítico) de ação na era fundamentalista – Por Márcio Seligmann-Silva

Publicado originalmente em Revista Cult em 13 de nov de 2017 * Cena de 'Morte Súbita', de Jaime Lauriano (Reprodução)…

  • Posted on 24/11/2017
  • Textos

“Fanon, Foucault, feminismos: psicoeducação, psicologia teórica e transformação política” – Por Erica Burman

Publicado originalmente em Revista Lacuna [ Fanon, Foucault, feminisms: Psychoeducation, theoretical psychology, and political change ] por Erica Burman Tradução…

  • Posted on 23/11/2017
  • Textos

“Psicanálise e Política” – Entrevista com Renata Cromberg

Do PsiBr Renata Cromberg mostra, através de sua própria história, como a psicanálise não pode ser entendida fora do campo…

  • Posted on 19/11/2017
  • Entrevista

“A Escola dos Comuns” – Por Sandra Helena de Souza

Publicado originalmente em O Povo “O poder de barganha da bancada de deus assombra o governo como um espectro. (...)…

  • Posted on 17/11/2017
  • Textos

“De que falamos quando falamos de Populismo? Aproximações entre Ernesto Laclau e psicanálise” – Por Patrícia Ferreira

Trabalho apresentado no evento De que falamos quando falamos de Populismo?, realizado no dia 23 de agosto de 2017 na…

  • Posted on 13/11/2017
  • Textos

“A experiência Rádice” – Entrevista com Ralph Viana

da Revista Lacuna por Rafael Alves Lima (entrevistador) Era setembro de 1976. Poucas semanas após a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek…

  • Posted on 31/10/2017
  • Entrevista

“Psicanálise e Política” – Entrevista com Christian Dunker

Do PsiBr Como diagnosticar o Brasil neste momento de crise profunda? Há cura possível? Neste episódio da série o professor…

  • Posted on 26/10/2017
  • Entrevista

“Sobre o uso político do tabu sexual no contexto de ‘La bête’ ” – Por Gabriela Costardi

Sobre o uso político do tabu sexual no contexto de “La bête" Gabriela Costardi[1] A cena é de provocar a…

  • Posted on 24/10/2017
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

Ficções rebeldes – trilhos, ilhas, agulhas – Por Edson Luiz André de Sousa

  “A ilha é como uma pequena estrela que o espaço esqueceu” Rainer Maria Rilke “A arte coloca a vida…

  • Posted on 17/10/2017
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

HIATUS: A MEMÓRIA DA VIOLÊNCIA DITATORIAL NA AMÉRICA LATINA – Marcio Seligmann-Silva

      “HIATUS: a Memória da Violência ditatorial na América Latina” TEXTO DO CURADOR - Marcio Seligmann-Silva   “Hiato”…

  • Posted on 13/10/2017
  • Projetos e Intervenções

“O derretimento da candidatura Doria” – Por Paulo Endo

Atacar pessoas pobres, miseráveis e indefesas em praça pública com violência armada despropositada; impedi-los de ir e vir pela cidade…

  • Posted on 12/10/2017
  • Especial para Psicanalistas pela Democracia

Psicanálise e Política: Entrevista com Caterina Koltai

Do PsiBr Socióloga e psicanalista, Caterina Koltai fala sobre a experiência do migrante e do refugiado, tema principal de seus…

  • Posted on 04/10/2017
  • Entrevista

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PSICANALISTAS PELA DEMOCRACIA

No dia 07 de abril de 2016, mais de 50 anos após o golpe civil-militar e mal chegados os 30 anos de democracia no Brasil, realizou-se no Instituto de Psicologia da USP o ATO: Psicanalistas pelo apoio incondicional à democracia no Brasil. Mais de 300 psicanalistas, alunos e simpatizantes compareceram ao ATO e outros milhares assistiram pela internet e, depois, no portal www.psicanalisedemocracia.com.br que foi criado especialmente para a divulgação do vídeo, apoios, manifestações e artigos que respondessem à convocação da chamada. Ao mesmo tempo, novos ATOs manifestações e petições, organizados por outros psicanalistas, ocorriam em outros estados do país.

Os efeitos da negação de conquistas sociais e políticas no presente, querem determinar, mais uma vez, que alguns são sujeitos e outros são assujeitados; que alguns são dignos de escuta e outros são calados; que alguns são intérpretes e outros são categorias; que alguns vivem histórias arquiváveis, outros, histórias calcináveis. A democracia no país está ameaçada e, diante de tal ameaça é da palavra singular proferida como reconhecimento do sujeito público é que se carece. O site “Psicanalistas pela Democracia” vem testemunhar experiências públicas e coletivas, convocando todas outras falas singulares, para que se constitua o pluralismo contra a hegemonia, e apela à singularidade como esteio da experiência pública.

Não somos apenas os eventuais herdeiros dos psicanalistas do passado, somos também aqueles que interpretam essa tradição e decidem sobre sua transmissão. No princípio foi, e sempre será, o ATO; frase que finaliza o texto Totem e Tabu de Freud e instaura sua condição de gênese. Nesse que é o país onde a psicanálise frutificou de maneira extraordinária, seja possível imaginar uma frátria constituída por irmãos capazes de acusar a autoria das coisas eles mesmos matam e fazem nascer, como poetas épicos- fundadores, contestadores, atores e críticos das tiranias modernas-, e não mais precisem (e queiram) se escorar no pretenso anonimato da horda muda, submissa e cativa, falada por outros que melhor saberão sobre ela.

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